Arquivo de novembro 2009

Aprendendo com o cliente

Em cada trabalho que fazemos para nossos clientes podemos tirar grandes lições, aprender mesmo. Recentemente, falamos sobre o livro Como um monge atenderia o cliente? (Editora Casa da Qualidade, 2007 – 140 páginas) numa das seções do site da Bradesco Seguros e Previdência voltado para a capacitação dos corretores parceiros, o UniverSeg. E desse livro é possível extrair algumas dicas bacanas que devemos usar no relacionamento com nossos clientes. O autor Sérgio Almeida usa citações do Dalai Lama para orientar os leitores práticas que ajudam a atender o cliente de forma “iluminada e criativa”. Algumas dessas mensagens fazem lembrar, inclusive, de alguns cuidados que devemos ter ao produzir conteúdo. Parece até loucura que, com a quantidade de livros e sites que falam sobre o assunto para profissionais de comunicação, ainda podemos aprender sobre a nossa atividade com um simples livro que em princípio valeria apenas para proveito do público do nosso cliente, não é verdade?

Bom, mas abaixo você verá algumas dessas dicas e entenderá melhor.

- Gerando benefícios: o autor afirma que “nossa obrigação é oferecer o máximo de benefícios possíveis aos clientes”. Agora pense quantos resultados positivos podemos proporcionar ao nosso cliente se fornecemos um conteúdo pensando na audiência e que gerará uma boa procura por parte de seu público e demais interessados naquele tema?

- Com amor: isso mesmo, como não. Sérgio Almeida fala que as empresas estão vivenciando uma mudança em que saímos da cultura de “levar vantagem em cima do cliente” para uma cultura do “real interesse pelo cliente”. E dentro desse contexto devemos ter interesse pelo sucesso do cliente. Olha aí de novo a preocupação que devemos ter na produção do conteúdo, que deve proporcionar ao cliente aquele resultado que ele espera para o material que fornecemos.

- Cultivando relacionamento: “Com tantas ofertas de produtos e serviços, não basta mais atender bem, é preciso muito mais”. Quantos sites abordam o mesmo tema que as páginas dos nossos clientes? Muitos! Mas se temos a preocupação de oferecer um conteúdo produzido de maneira que se destaque ante aos demais, estaremos oferecendo muito mais do que o nosso cliente esperará – e fortalecemos nosso relacionamento com ele, é claro. A dica aqui diz respeito à interação com o cliente mesmo. Mas dá para ir além. Com esse cuidado ao produzir o conteúdo, faremos com que o público reconheça o site do nosso cliente como fonte de informação segura e útil, fazendo-o retornar sempre. E dessa maneira, estamos fortalecendo o relacionamento entre nosso cliente e o seu usuário também.

No mais, vale dar uma olhada na publicação para conhecer essas e outras dicas para se relacionar bem com seu cliente.

Como um monge atenderia o cliente?

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Empresas no Twitter

Uma matéria publicada hoje, 18 de novembro, no site do O Globo destacou uma pesquisa interessante que revela o que muita gente já previa: a presença oficial das empresas no Twitter estimula um maior volume de informações sobre a marca.

O estudo foi feito pelo Instituto Digital (iDig) com 50 marcas brasileiras. Destas 50, 21 (42%) está presente oficialmente na rede de microblogs.

Entre as mensagens que citam estas marcas, 74% referem-se às empresas com presença no Twitter. Isso comprova que a marca pode sim utilizar a rede social para estimular conversas e postagens dos consumidores.

No período de 20 de setembro a 24 de outubro foram analisadas 91.145 mensagens do Twitter sobre as marcas brasileiras, entre elas Ford, Fiat, Coca-Cola, Schincariol, Bradesco, Itaú, Telefônica, Natura, Azaléia e Danone.

Confira aqui a matéria completa divulgada no O Globo.

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Bruno Rodrigues e o “conteúdo totalflex”

A tecnologia e as novas formas de consumo de conteúdo que ela possibilita exercem uma influência incontestável sobre a atuação dos profissionais de Comunicação. Nossa atividade não é mais regida pela lógica do jornalismo tradicional de redação. E hoje, além dos usuários ativos que produzem muito conteúdo e saem distribuindo através de diversas plataformas, nós, comunicadores por formação, estamos disputando mercado com profissionais de outras áreas.

E para comentar sobre esse assunto que deixa muita gente por aí de cabelo em pé, conversamos com o prestigiado Bruno Rodrigues, Consultor de Informação e Comunicação Digital e autor de Webwriting – Redação & Informação para a Web, cuja nova edição está prevista para sair em breve. Em um papo rápido, Bruno coloca sua opinião sobre como se deve produzir conteúdo atualmente e apresenta suas expectativas para o futuro da Comunicação na Era Digital.

Bruno_Rodrigues[1] Como as novas formas de consumo de conteúdo influenciam na maneira de produzir?
Hoje, pensar e produzir conteúdo é criar materiais que não criem amarras com uma mídia específica, mas que ao mesmo tempo seja possível trabalhá-los em várias plataformas. É o que chamo de ‘conteúdo totalflex’. Nunca, no processo de criação de conteúdo, houve tanta necessidade de aliar imaginação e conhecimento às limitações e possibilidades tecnológicas. É uma tarefa que, obviamente, não é para qualquer um.

Com base nas mudanças na distribuição e produção de conteúdo, quais as suas expectativas para a Comunicação e para a atuação dos profissionais da área?
Os profissionais desta área estão próximos da desvantagem. Como este mercado supervaloriza a prática, o conhecimento é visto como necessidade secundária. Por isso, profissionais de outras áreas e que se fiam mais pelo que aprendem na Academia, como bibliotecários, analistas de sistemas e engenheiros, estão preenchendo vagas que poderiam ser de jornalistas e publicitários. Mas o jogo nem está na metade – ainda dá tempo para virar o placar.

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Vantagens do ambiente colaborativo nas empresas

Muitas empresas já perceberam as vantagens de criar um ambiente propício para que seus colaboradores possam compartilhar o conhecimento. Na chamada era da informação não há mais justificativa para que ideias, conhecimentos e dados fiquem guardados a sete chaves.

“A única vantagem sustentável que uma empresa tem é aquilo que ela coletivamente sabe, a eficiência com que ela usa o que sabe e a prontidão com que ela adquire e usa novos conhecimentos” DAVENPORT e PRUSAK

Muitas vezes esse compartilhamento acontece de maneira espontânea. Inicia com um pequeno grupo, geralmente mais familiarizado com as novas tecnologias, que logo consegue o engajamento dos demais colegas. Nesses casos, pode ser mais fácil para a organização incentivar o uso dos recursos colaborativos. Mas é importante que o grupo não se sinta ameaçado ou controlado, impedindo que as ideias continuem sendo compartilhadas espontaneamente. Para isso a empresa deve se dispor a manter um diálogo aberto, sem a imposição de normas muito rígidas. É válido, por exemplo, propor reuniões periódicas para que o que foi compartilhado possa ser discutido com mais profundidade e assim definir o que é possível colocar em prática.

Caso parta da empresa criar um ambiente colaborativo, o esforço provavelmente será maior, mas por outro lado será mais fácil organizar e acompanhar o processo. Para iniciar, é importante que a empresa opte por sistemas mais simples, para que os colaboradores se sintam à vontade ao lidar com a ferramenta. Sugerir temas e tópicos, criar uma lista com melhores práticas, bem como disponibilizar manuais, tutoriais, relatórios entre outros documentos da empresa também é uma maneira de incentivar a colaboração.

Sabendo utilizar, o ambiente colaborativo pode criar um valioso capital intelectual e tornar-se um importante diferencial de competitividade para a organização.

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Vogg acompanha o iMasters InterCon 2009 e envia a cobertura pelo Twitter

Amanhã, dia 07 de novembro, a Vogg estará em São Paulo para conferir o iMasters InterCon 2009, encontro que propõe discussões sobre comunicação e interatividade.

A diretora de planejamento e o coordenador de conteúdo da Vogg, Ana Erthal e Bruno Mendonça, estarão lá para trazer as informações, novidades e tendências discutidas no evento através dos canais de comunicação da produtora: Blog e Twitter, principalmente.

Sobre o InterCon 2009

Neste ano, o InterCon abordará as áreas de Criação Interativa, Desenvolvimento & Tecnologia, Empreendedorismo Digital, ERA Digital, Marketing Digital & Negócios e Mobilidade.

O evento é organizado pela iMasters, comunidade de Tecnologia da Informação criada em 2001 e que hoje possui o maior banco de currículos de profissionais de Web e Tecnologia .

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Marcas não são histórias. São adubos para histórias

Por Roberto Cassano

As formigas – ou pelo menos uma espécie específica delas – sobem em árvores, recortam pedaços de folhas e as levam para o formigueiro. Ao contrário do que parece, elas não comem as folhas. Elas as mastigam e as depositam em um local onde a folha triturada funciona de horta para um fungo que, este sim, servirá de alimento para o formigueiro.

Nós somos formigas recortando manifestações de marcas e as levando para nossos lares, onde as digerimos junto a referências culturais e cultivamos algo que costumamos chamar de “eu”. As marcas são insumos. As devoramos – assim como fazemos com as celebridades. Elas são conteúdo, são histórias, ou pelo menos são cenários e personagens do filme de nossas vidas.

Soa até engraçado, se partirmos desse ponto, falar em ações de engajamento de marcas ou de conteúdo de marca. Elas já são isso. Sempre foram! O que temos aqui não é a construção de narrativas do zero, mas sim o processo de enriquecer as marcas, de trabalhar os pontos de contato e de fazer com que elas tenham nuances, narrativas, detalhes e características que as tornem mais férteis. Que sejam um melhor substrato para os fungos que alimentarão nossa fome de histórias.

É um desafio e tanto para o “dono” da comunicação. Tirar a marca do centro das atenções e colocar o consumidor no papel principal. Mas é tão difícil quanto inevitável. As redes sociais, que surgiram como um fenômeno independente do branded content, ajudam a entender melhor esse processo. Foi preciso que o consumidor respondesse às marcas, que declarasse de forma óbvia e evidente sua associação (ou seu ódio) a elas, foi preciso que ele iniciasse diálogos, para que as marcas descobrissem seu lugar. E ele, definitivamente, não está restrito aos painéis no canto do campo de futebol.

Roberto Cassano é amigo da Vogg, jornalista, blogueiro, diretor da Agência Frog.

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Por favor, me vê aí conteúdo com critério, e pra viagem, tá?

Por Bia Quadros

Bia1Eu achava, até bem pouco tempo atrás, que conteúdo tinha outro significado. Lembro de comentar enfaticamente com amigos em diferentes ocasiões e contextos: – Eu quero CONTEÚDO! É que, pra mim, essa palavra mágica significava mais, encerrava em si a qualidade de algo. Eu me achava uma pessoa de conteúdo. Queria namorado com conteúdo, amigos cheios de conteúdos interessantes.

Agora, qualquer um cria conteúdo. [que fique bem claro: acho isso o máximo!]. Todos podem contar histórias. As suas histórias. Se elas são relevantes e pertinentes, isso é outra história, que começa com outra palavrinha mágica: critério.

Avançamos no tempo. Mas, em que direção? O que mais me parece é que revisitamos o mercadinho do seu Zé-ali-da-esquina que tudo anotava no caderno: clientes, compras, fiados, novos pedidos. E ali, no papel, gerenciava seu negócio. Seu Zé sabia de um tudo. Conhecia as preferências de cada família. Sabia o que, quando, como e porque compravam aqueles produtos. De longe, era capaz até de gerenciar os estoques dos clientes: “Seu Antônio, chegou aquela goiabada que o senhor tanto gosta. A sua já deve estar no finzinho! Aproveite para levar mais”. Os papos no balcão iam além das mercadorias trocadas. Falavam da vida, da casa recém reformada, do filho que entrou para a faculdade…

A vida era menos corrida, você pode argumentar. É verdade. Hoje, nesses tempos líquidos que vivemos, a era fast-food, são tantas as informações a que temos acesso, que filtrar o que é realmente interessante é o xis da questão. Marcas são construídas no dia a dia e um deslize pode custar caro. É aqui que deve entrar o tal critério: no lugar da corrida em busca de toda e qualquer novidade, é preciso desenvolver critérios que norteiem a criação do conteúdo pertinente e relevante – para a marca e seus diversos públicos. No lugar de abrir tantos canais de comunicação quanto possíveis, é preciso qualificar não só as vias de acesso mas, principalmente, o conteúdo que viaja por elas.

Bia Quadros é amiga da Vogg, blogueira, produtora de conteúdo digital. Complexa. Curiosa por natureza. Viciada em chocolate, coca-cola e chiclete. E louca música, de [quase] todo tipo. Fiz publicidade, mas escolhi o marketing como paixão. Depois de flertar com o atendimento e o design gráfico, me descobri redatora. Mas, confesso, a palavra escrita sempre foi minha predileta.

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Voz

In an interactive, social marketplace, voice has legs
Denise Shiffman

A imagem de uma marca é construída por sua voz. A voz, que é uma plataforma de comunicação e que mostra a escolha de valores, paixões e personalidade de uma marca.

A voz da marca define a sua própria narrativa e conduz o tom da empresa, sua visão de mercado presente e de futuro.

A Vogg trabalha criando vozes e narrativas. Dessa forma criamos uma voz poderosa para sua marca, com vínculos tão fortes com a audiência que o público torna-se representante dos interesses de sua marca. Com autenticidade, abertura e consistência. Substratos para um envolvimento muito maior e verdadeiro que solidifica a presença da marca na vida das pessoas.

Ligamos – por meio da sua voz – conteúdo, mensagem e marca de uma maneira inerente ao marketing, aos vídeos, à propaganda e à presença digital. Queremos ligar as pessoas à marcas através de uma experiência não apenas memorável, mas verdadeira, consistente e duradoura.

Assim é a Vogg.

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