Arquivo de dezembro 2009

MKT fala sobre Árvore de Natal

No post anterior, contamos sobre a participação da Vogg na produção do conteúdo do site da 14ª edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros e Previdência – considerada o terceiro maior evento da cidade do Rio de Janeiro, depois apenas do Carnaval e do Réveillon. Mostramos como foi o nosso trabalho, desde a definição das pautas até os cuidados com o desenvolvimento dos textos, de forma que agregassem valor à ação do nosso cliente. Mas agora decidimos conversar com Marta Teixeira de Freitas e Zélia Lopes, da Superintendência de Internet Marketing da Bradesco Seguros e Previdência, para que falassem sobre a importância da Árvore de Natal como uma estratégia de branding para a empresa. Veja abaixo como foi esse bate-papo.

Qual o valor que a iniciativa da Árvore de Natal vem agregando à marca da Bradesco Seguros e Previdência ao longo dos anos?
A Árvore é uma das principais iniciativas culturais da Bradesco Seguros e Previdência. Já é considerada o 3º maior evento da cidade, consolidando-se como parte fundamental da estratégia da empresa.

Como o site ajuda nessa ação? E qual foi a preocupação ao escolher o conteúdo disponibilizado neste ano?
Oferecendo serviços inovadores e conteúdo de valor agregado relacionados à Árvore e ao Natal. Procuramos diversificar o conteúdo em torno de assuntos relevantes de Natal que gerem atração/audiência para o público.

Como o conteúdo fornecido pela Vogg contribui para essa ação da Bradesco Seguros e Previdência e atende aos objetivos da empresa para o site?
Adequamos o conteúdo à nossa estratégia, dentro da qual encaixa-se a participação de terceiros, inclusive da Vogg, que é nossa parceira desde a definição das pautas até a criação de conteúdos.

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Vogg presente em um grande projeto

No último sábado, dia 05 de dezembro, foi inaugurado um dos maiores símbolos no Natal no Brasil: a Árvore de Natal da Bradesco Seguros e Previdência, que há 14 anos embeleza as noites de um dos principais cenários do Rio de Janeiro, a Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul da cidade. Essa é a maior árvore flutuante do mundo e a cada ano atrai milhares de pessoas que querem confraternizar com familiares e amigos.

A Bradesco Seguros e Previdência, com o apoio de suas agências fornecedoras, desenvolveu um site à altura da Árvore de Natal. Neste ano, o site reúne muita interação e informação para o usuário. Trata-se de um projeto muito bacana e do qual a Vogg se orgulha por ter participado. Fomos a agência responsável pela produção das dicas e reportagens especiais que o site oferece aos usuários.

Árvore de Natal da Bradesco Seguros e Previdência

Apresentamos as pautas à Bradesco Seguros e Previdência e juntos escolhemos as que seriam produzidas. Nossa preocupação foi oferecer um conteúdo útil, interessante e, claro, gostoso de ler, tal como foi para fazer. Quem acessar o site com certeza gostará dessas matérias e aplicará as dicas que encontrar. Isso sem contar que espalhará para todos os amigos e familiares, afinal todo mundo quer saber o que fazer para que essas festas sejam marcantes. E esse conteúdo seguramente ajudará os usuários a terem um Natal inesquecível, aproximando ainda mais a marca do nosso cliente ao seu público.

Com as orientações de grandes chefs de cozinha, demos sugestões de receitas para fazer uma ceia diferente, mas que não deixa de ter o jeitinho especial desse período, além de dicas de ingredientes que ajudam a dar um up nos quitutes. Tem direito a receita e tudo!

E para as pessoas saberem como se portar à mesa e nas festas de fim de ano, de uma maneira geral, falamos com consultores de etiqueta sobre como evitar as principais gafes. Tivemos o cuidado em escolher profissionais que pudessem dar orientações que ajudassem de fato as pessoas a evitarem terríveis saias justas (quem não gosta de saber sobre isso, não é verdade?).

Ah, e esses profissionais também deram recomendações sobre como escolher os presentes. E para facilitar a vida do usuário. Dividimos as dicas de acordo com o perfil (familiares ou amigos, crianças e a namorados e noivos), por exemplo. Assim fica bem melhor para ler e se informar sobre o assunto. Também oferecemos alguns passo a passo bem precisos para a confecção de embalagens de presentes criativas e práticas. Nossa preocupação foi mostrar que dá para se virar, literalmente, com o que se tem em casa se por acaso nos dermos conta de que o papel de presente que compramos não foi suficiente para todos os embrulhos. Há ainda orientações de escritores para as pessoas escreverem mensagens de Natal. Dá para copiar e colar as frases, distribuindo-as para os amigos por e-mail, e, porque não, pelo Orkut, Facebook e Twitter, na mesma hora. É imperdível!

Como não poderia faltar, o tema solidariedade também está presente no site, afinal, como diz o próprio título de uma das matérias que produzimos, “Natal é período de realizar desejos”. E esse é o mote da 14ª edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros e Previdência: A união dos nossos melhores desejos. Quem quer fazer boa ação neste ano encontra nessa matéria diversas sugestões de como fazer o bem pelo próximo.

Quando disse que lá é possível encontrar de tudo, estava falando de tudo mesmo. Produzimos ainda uma matéria sobre as comemorações natalinas em outros lugares do mundo, além de contar como a festa começou e como os católicos mais religiosos celebram a data. A matéria está super interessante!

Se você leu este post até aqui porque queria saber sobre os temas que escolhemos e sobre o cuidado que tivemos ao produzir as matérias do site da Árvore de Natal da Bradesco Seguros e Previdência, não deixe de visitá-lo para conferir o resultado desse projeto (clique aqui). Sem falar que, se você simplesmente adora o Natal, com certeza aproveitará bastante as dicas que produzimos e poderá conferir todas as novidades que a Bradesco Seguros e Previdência preparou neste ano.

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Vogg contrata Ana Erthal

A Vogg conta com um nome de peso para sua equipe de profissionais: Ana Erthal, jornalista especializada em comunicação por conteúdo.

Ana Erthal é Mestre em Comunicação pela UERJ na linha de novas tecnologias e pesquisadora do grupo de estudos sobre comunicação e sensorialidade da mesma instituição. Um dos destaques do currículo de Ana é a estruturação do conteúdo do portal da Oi.

Na Vogg, que atende clientes como Bradesco Seguros e Previdência, PREVI, Itambé e Medicsupply, Ana será responsável pela direção de planejamento da produtora.

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Uma linguagem dinâmica e lamentavelmente pobre

Da mesma forma como a moda, a economia, a tecnologia e a cultura, nossa linguagem é dinâmica e se altera conforme as necessidades e o comportamento humano. Cada era tem um estilo próprio de linguagem. Que não evolui, nem regride, apenas muda. Mudamos nossa forma de falar, acrescentamos mais palavras ao nosso vocabulário, ao mesmo tempo em que declinamos determinados vocábulos. O idioma inglês, por exemplo, tem mais 540 mil palavras do que no tempo de Shakespeare.

Nosso cotidiano é marcado por gírias, palavrões, americanizações e neologismos diversos: na dúvida, as pessoas criam novas palavras, novas aplicações para pronomes e novas classes verbais. O Jânio Quadros, que escreveu uma gramática em três volumes (a primeira que eu li), deve se incomodar com essas novidades em seu túmulo. Mas, isso é passado e estamos no presente hiper. Hiperconectado, hipermidiático, hipertarefas, hiperdisciplinar, hiperacelerado, hiperlinguístico. No entanto, o que vemos nesse presente é um hiper empobrecimento de nossa língua. Para nos comunicarmos com a agilidade que o mundo contemporâneo exige, nossa língua tornou-se mais coloquial e fluida. Assimilamos novos vocábulos na mesma velocidade em que esquecemos outros, por puro desuso.

Isso nos torna menos complexos como seres humanos e este é (pra usar um clichê) o X da questão. Eu estava num evento outro dia em que haviam três debatedores. Pessoas que dedicaram boa parte de seu tempo na vida pesquisando as relações humanas. Eles conversavam com sobriedade, um acervo vocabulário invejável e longos espaços de silêncio entre um pensamento e outro. Quando foi permitido à plateia interagir, houve uma reinvindicação que questionava o por quê daquele formato de apresentação para um público tão jovem. Não houve resposta, mas naquele momento ficou lavrada a incompetência dos jovens no uso da concentração, seu completo vício por estímulos simultâneos e a total abstinência de sentido crítico. Sim, somos mais simples. Temos preguiça de ler textos “difíceis”, não sabemos fazer correlações e embandeiramos as verdades absolutas de qualquer pessoa que esteja num púlpito, usando uma apresentação powerpoint e meia dúzia de palavras de efeito. Uma cultura de josoarização.

Ocorre do mesmo modo a simplificação de nossa linguagem. Eu costumo dizer no curso de Conteúdo Digital do iMasters Pro que “não é nivelar por baixo, mas acompanhar uma tendência dinâmica”. No entanto, eu acredito que isso contribui fortemente para a formação de pessoas menos críticas, com menos capacidade de análises, sem referências e incapazes de questionar.

Se você chegou até aqui, certamente é produtor de conteúdo e está fora da estatística dos preguiçosos. Saiba que a responsabilidade pela não banalização total da linguagem está em suas mãos, ou melhor, na minha e na sua. Não significa usar aquelas palavras mais complicadas que não se encontra em qualquer dicionário. Ao contrário. Devemos manter a fluidez, mas sobretudo perseverar na manutenção da inteligência.

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Vantagens e desafios para os blogs corporativos

Se ter um blog ajuda uma pessoa criar uma boa imagem na web, com as empresas não é diferente. Essa estratégia está em sintonia com a atual tendência do consumo de conteúdo que coloca as marcas diante da necessidade de serem transparentes. Através de um blog, a companhia pode estabelecer uma relação mais aberta e sem formalidades com o usuário. Sem contar que, se o conteúdo for bem trabalhado, o público passa a ter ali uma referência, contribuindo assim para aproximar marca e pessoas.

Para Fabio Cripriani, autor do livro Blogs Corporativos (Editora Novatec, 2ª edição, 2008) e de blog homônimo, criar esse espaço interativo é considerado um bom mecanismo para divulgar a marca. Cipriani aposta nessa ferramenta para as companhias interagirem com os consumidores, aumentarem a fidelização da clientela e melhorarem a imagem da empresa. E mais, é possível conseguir o que todo mundo espera para o seu negócio na internet: um bom posicionamento em ferramentas de busca.

 Nesta conversa para o Blog da Vogg, Cipriani, também autor do blog Serendipidade, no qual aborda temas de marketing, negócios e criatividade e inovação, fala ainda sobre os desafios em mostrar a importância dessa solução às empresas e dá dicas para os profissionais de comunicação emplacarem os blogs com seus clientes. Confira!

 Fabio Cipriani

Qual o valor de um blog corporativo para uma empresa nos tempos atuais?
O principal deles é humanização da marca. Os consumidores se relacionam com marcas como se relacionam com humanos, o que faz com que esse valor seja bastante importante. Além disso, temos vantagens como fidelização de clientes e melhora da reputação de uma empresa, além de bom posicionamento em ferramentas de busca.

E as vantagens de criar esse espaço variam de acordo com o tipo de negócio?
As vantagens acompanham os diferentes graus de relacionamento que estabelecemos com os nossos clientes via esse canal, portanto depende do quanto o blog provoca conversas e conecta as partes. De negócio para negócio, geralmente os benefícios são os mesmos.

Mesmo com os resultados atribuídos aos blogs corporativos, há companhias que ainda relutam em ter esse ambiente para interagir com seus públicos. Por que isso acontece?
Sim, existem muitas empresas esperando e estão perdendo a oportunidade. Falta de informação é o motivo maior. Em segundo, a inexperiência das empresas em lidar com essas novas formas inovadoras de comunicação, seja por não saberem como mensurar resultados, ou por não saberem conter os riscos de abrir um blog, o que pode ser facilmente contornado com políticas e treinamento.

Como os profissionais de Comunicação devem chegar às empresas para expor sobre mudanças de culturas, como essa, proporcionadas pela presença das tecnologias no dia-a-dia dos consumidores?
Mostrar exemplos reais. Existem milhares deles no Brasil. Além disso, apresentar um business case bem estruturado e experiência para lidar com a capacitação do capital humano também ajudam bastante.

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