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	<title>Vogg &#187; Convidados Especiais</title>
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		<title>Desvendando Social Media com Gabriel Borges, diretor de planejamento da AgênciaClick</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 18:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Michel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Web para Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[AgenciaClick]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a entrevista exclusiva de Gabriel Borges sobre Social Media e o perfil dos brasileiros dentro das principais redes sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É evidente o crescimento das <strong>mídias sociais no Brasil</strong>. Para demonstrar tal fato, a <strong>AgênciaClick</strong> realizou um radar completo sobre o <strong>perfil dos brasileiros dentro das principais redes sociais</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra quão grande foi o <strong>avanço da internet</strong> por todo o território nacional. Por exemplo, uma em cada três pessoas está conectada à rede, ou seja, 70 milhões de pessoas navegando na web. Das pessoas que utilizam internet, 79% estão nas redes sociais – são 55 milhões de usuários agregados a alguma rede.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em entrevista exclusiva à agência <strong>Vogg Branded Content</strong>, o <strong>diretor de planejamento da AgênciaClick, Gabriel Borges,</strong> comentou sobre algumas questões relevantes sobre esta nova mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre a identificação do brasileiro com algumas redes sociais, Borges deu uma visão pessoal e uma interpretação interessante: disse que a vontade de se comunicar e estar sempre aberto a relacionamentos tem bases históricas. Para ele  esta é uma herança cultural inerente não só aos brasileiros, mas ao povo latino em geral. Aliado a isso, tem-se a expansão do acesso à internet pela população, que tem como costume a busca por entretenimento na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outro fato que se pode observar, especialmente a partir de 2009, é o crescente interesse das mais diversas marcas em participar das redes. Sobre isso, Borges argumenta que as empresas possuem “grande interesse em manter um diálogo com os consumidores em potencial”; este seria um dos principais motivos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E em meio a tantas evoluções, será que o <strong><em>Social Media</em></strong> tem algo a acrescentar aos modelos de <strong>mídias tradicionais</strong>? O diretor de planejamento da Click diz que sim. <strong>Divulgar a marca pela internet</strong> traz a quebra de um paradigma da comunicação: o tempo. Na rede o tempo todo há pessoas comentando sobre marcas e produtos e não há “prazo de validade” definido para uma campanha – como acontece em jornais, revistas ou televisão, por exemplo. Borges ainda complementou dizendo que “<strong>trabalhar com mídias sociais</strong> permite alguns tipos de ações mais específicas” quando se trata em promover uma marca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Antes de entrar em uma <strong>rede social</strong>, é comum as empresas questionarem se “Minha marca deve participar das redes?”. No entanto, Borges ressalta que, querendo ou não, as marcas já estão na rede, sendo citados, criticados ou elogiados pelo público. Portanto, as perguntas que deveriam ser feitas são: “Minha marca deve entrar nesta discussão?” e “Como ela deve fazer isso?”. Ele afirma que, quando inserida uma rede social, a empresa deve ter uma postura cautelosa e seguir as regras já criadas pelos usuários que compartilham a rede. Caso contrário ela poderá ser rejeitada e sair com a imagem prejudicada. É necessário manter um diálogo com os possíveis consumidores, através do desenvolvimento de ações pertinentes e condizentes com o que se quer transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que se pode perceber, também, é o investimento constante de empresas em internet, como ferramenta de divulgação e promoção de seus produtos. A <strong>Vogg</strong> questionou Gabriel Borges, se há uma certeza de retorno de investimento feito em <strong>mídia social</strong>, o mesmo disse que por enquanto não existe uma ferramenta que dê um resultado preciso; o que existem são sinalizadores que podem mensurar a disseminação, abrangência e efetividade das ações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre o objetivo do <strong>vídeo feito pela AgênciaClick</strong>, mostrando o perfil dos brasileiros nas redes sociais, Gabriel disse que o mesmo foi feito após muito tempo de observação e pesquisa sobre os movimentos dentro das redes. O vídeo serve como um <strong>registro do crescimento das redes sociais dentro do nosso país</strong>.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Confira o vídeo abaixo.</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>_______________________________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/02/GB.jpg"><img class="size-medium wp-image-355 left alignleft" title="Gabriel Borges" src="http://vogg.com.br/wp-content/uploads/2010/02/GB-300x199.jpg" alt="" width="151" height="99" /></a></strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Gabriel Borges</strong> é diretor de Planejamento da <strong>AgênciaClick/Isobar</strong>. Mestre em Marketing Avançado pela Universidade de Lancaster, Inglaterra; pós-graduado em Estratégia de Negócios pela UFMG; e graduado em Comunicação Social pela PUC-MG. Acumula 11 anos de experiência, já tendo planejado e implementado estratégias para grandes corporações em diversos setores no Brasil e na Inglaterra.</p>
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		<title>Marcas não são histórias. São adubos para histórias</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.erthal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados Especiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Cassano
As  formigas – ou pelo menos uma espécie específica delas – sobem em árvores,  recortam pedaços de folhas e as levam para o formigueiro. Ao contrário do que  parece, elas não comem as folhas. Elas as mastigam e as depositam em um local  onde a folha triturada funciona de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Roberto Cassano</em></p>
<p>As  formigas – ou pelo menos uma espécie específica delas – sobem em árvores,  recortam pedaços de folhas e as levam para o formigueiro. Ao contrário do que  parece, elas não comem as folhas. Elas as mastigam e as depositam em um local  onde a folha triturada funciona de horta para um fungo que, este sim, servirá de  alimento para o formigueiro.</p>
<p>Nós  somos formigas recortando manifestações de marcas e as levando para nossos  lares, onde as digerimos junto a referências culturais e cultivamos algo que  costumamos chamar de “eu”. As marcas são insumos. As devoramos – assim como  fazemos com as celebridades. Elas são conteúdo, são histórias, ou pelo menos são  cenários e personagens do filme de nossas vidas.</p>
<p>Soa  até engraçado, se partirmos desse ponto, falar em ações de engajamento de marcas  ou de conteúdo de marca. Elas já são isso. Sempre foram! O que temos aqui não é  a construção de narrativas do zero, mas sim o processo de enriquecer as marcas,  de trabalhar os pontos de contato e de fazer com que elas tenham nuances,  narrativas, detalhes e características que as tornem mais férteis. Que sejam um  melhor substrato para os fungos que alimentarão nossa fome de  histórias.</p>
<p>É um  desafio e tanto para o “dono” da comunicação. Tirar a marca do centro das  atenções e colocar o consumidor no papel principal. Mas é tão difícil quanto  inevitável. As redes sociais, que surgiram como um fenômeno independente do <em>branded content</em>, ajudam a entender  melhor esse processo. Foi preciso que o consumidor respondesse às marcas, que  declarasse de forma óbvia e evidente sua associação (ou seu ódio) a elas, foi  preciso que ele iniciasse diálogos, para que as marcas descobrissem seu lugar. E  ele, definitivamente, não está restrito aos painéis no canto do campo de  futebol.</p>
<p><strong>Roberto Cassano</strong> é amigo da Vogg, jornalista, blogueiro, diretor da <a title="Agência Frog" href="http://agenciafrog.com.br/" target="_blank">Agência Frog</a>.</p>
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		<title>Por favor, me vê aí conteúdo com critério, e pra viagem, tá?</title>
		<link>http://vogg.com.br/por-favor-me-ve-ai-conteudo-com-criterio-e-pra-viagem-ta</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 12:46:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.erthal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convidados Especiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bia Quadros
Eu achava, até bem pouco tempo atrás, que conteúdo tinha outro significado. Lembro de comentar enfaticamente com amigos em diferentes ocasiões e contextos: &#8211; Eu quero CONTEÚDO! É que, pra mim, essa palavra mágica significava mais, encerrava em si a qualidade de algo. Eu me achava uma pessoa de conteúdo. Queria namorado com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Bia Quadros</em></p>
<p><img align="left" style="margin: 4px;" title="Bia1" src="http://vogg.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Bia12.jpg" alt="Bia1" width="200" height="301" />Eu achava, até bem pouco tempo atrás, que conteúdo tinha outro significado. Lembro de comentar enfaticamente com amigos em diferentes ocasiões e contextos: &#8211; Eu quero <strong>CONTEÚDO</strong>! É que, pra mim, essa palavra mágica significava mais, encerrava em si a <strong>qualidade</strong> de algo. Eu me achava uma pessoa de conteúdo. Queria namorado com conteúdo, amigos cheios de conteúdos interessantes.</p>
<p>Agora, qualquer um cria conteúdo. [que fique bem claro: acho isso o máximo!]. Todos podem contar histórias. As <strong>suas</strong> <strong>histórias</strong>. Se elas são relevantes e pertinentes, isso é outra história, que começa com outra palavrinha mágica: <strong>critério</strong>.</p>
<p>Avançamos no tempo. Mas, em que direção? O que mais me parece é que revisitamos o mercadinho do seu Zé-ali-da-esquina que tudo anotava no caderno: clientes, compras, fiados, novos pedidos. E ali, no papel, gerenciava seu negócio. Seu Zé sabia de um tudo. Conhecia as preferências de cada família. Sabia o que, quando, como e porque compravam aqueles produtos. De longe, era capaz até de gerenciar os estoques dos clientes: “Seu Antônio, chegou aquela goiabada que o senhor tanto gosta. A sua já deve estar no finzinho! Aproveite para levar mais”. Os papos no balcão iam além das mercadorias trocadas. Falavam da vida, da casa recém reformada, do filho que entrou para a faculdade&#8230;</p>
<p>A vida era menos corrida, você pode argumentar. É verdade. Hoje, nesses tempos líquidos que vivemos, a era fast-food, são tantas as informações a que temos acesso, que filtrar o que é realmente interessante é o <em>xis</em> da questão. Marcas são construídas no dia a dia e um deslize pode custar caro. É aqui que deve entrar o tal <strong>critério</strong>: no lugar da corrida em busca de toda e qualquer novidade, é preciso desenvolver critérios que norteiem a criação do conteúdo pertinente e relevante – para a marca e seus diversos públicos. No lugar de abrir tantos canais de comunicação quanto possíveis, é preciso qualificar não só as vias de acesso mas, <strong>principalmente, o conteúdo que viaja por elas.</strong></p>
<p><strong>Bia Quadros</strong> é amiga da Vogg,<strong> </strong>blogueira, produtora de conteúdo digital<strong>. </strong>Complexa. Curiosa por natureza. Viciada em chocolate, coca-cola e chiclete. E louca música, de [quase] todo tipo. Fiz publicidade, mas escolhi o marketing como paixão. Depois de flertar com o atendimento e o design gráfico, me descobri redatora. Mas, confesso, a palavra escrita sempre foi minha predileta.</p>
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