Arquivo da categoria Produção de Conteúdo

Louis Vuitton investe em Branded Content

Dentre as muitas vantagens em se investir em Branded Content, está a de fazer com que o consumidor tenha o controle sobre sua experiência com a marca.

Com a tentativa de acabar com a barreira existente entre o comercial, o conteúdo e o entretenimento, eis que surge uma nova forma de impactar as pessoas: o Branded Content.

Dentro deste universo, altamente promissor, encontra-se a marca LVMH ( Louis Vuitton Möet Hennessy). A marca de luxo está decidida em investir em conteúdo sem se esquecer de entregar uma experiência mais democrática e livre aos consumidores.

www.nowness.com é uma forma de inspiração e visualização online das últimas informações sobre o universo da moda, arte, design e luxo no formato de slides, curtas, documentários, e etc.

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Branded Content o ano todo na New Balance

A companhia de calçados esportivos, New Balance, estará perto dos seus consumidores nos 365 dias do ano. Idealizado pela agência Mother (EUA) em parceria com o diretor de cinema sueco Jesper Koothoofd, o projeto New Balance 365 pretende instigar os consumidores a refletirem sobre o conceito essencial da marca.

Serão exibidos no site da empresa curtas diários de 20 segundos aproximadamente produzidos pelos próprios internautas. Este modelo de comunicação por conteúdo parece assertivo e deve criar laços de compromisso com o público-alvo.

A plataforma de conteúdo criada pela agência está alicerçada em dois pontos: o hotsite, que é o pólo criativo das filmagens e da elaboração dos vídeos e um aplicativo produzido pela iPhone, da Apple, que funciona como um despertador diário, alertando o usuário para a postagem de um novo vídeo.

Confira esta idéia no site: www.newbalance365.com

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Branded Fashion: Vestindo o Conteúdo.

Smint, em parceria com o estúdio de ilustração Stylr, apresentou um projeto de “ Branded Fashion” batizado de Smint Mode by Stylr.

O objetivo maior da marca de balas, gomas e chicletes é associar sua imagem à criatividade.

A Smint, para apresentar o público consumidor, pediu para que a ilustradora espanhola trabalhasse uma coleção de camisetas com um viés ultra “cool”. Existe a possibilidade , ainda, da pessoa customizar sua própria camiseta, utilizando desenhos pré-prontos feitos pelo estúdio.

Através deste exemplo, podemos ver que a moda também pode contribuir para a percepção de algumas marcas. A Stylr soube usar do Branded Fashion através  de uma pegada jovem e audaciosa.

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P&G e Walmart no mundo do Branded Content

O Branded Content continua sendo uma grande alternativa para se divulgar as marcas.

Com o intuito de transformar a comunicação em algo menos “ comercial” algumas marcas vem apostando constantemente na transmissão de histórias e conteúdos relevantes.

Neste assunto, a Procter & Gamble é muito experiente, ao começar que a mesma possui a própria produtora de conteúdo.

Em uma ação conjunta, a P&G e a Walmart irão veicular um filme de 2 horas na rede de televisão norte-americana, NBC.

O Filme se chama “ Secrets of the Mountai” e terá foco na família e valores pregados fortemente pelas marcas citadas.

Além disso, o filme vai servir como uma vitrine que mostra as marcas e seus produtos.

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Especial de Carnaval

Aproveite suas férias e o feriadão de carnaval sem perder o ritmo de folia. Com segurança e tranquilidade é possível programar aquela viagem inesquecível. Confira as dicas do Bradesco Seguros – Dicas AUTO RE, Especial de carnaval, que a equipe da VOGG preparou para você. São diversas informações de especialistas de segurança residencial, náutica e automobilística.

Entre os temas abordados estão: como manter a casa segura de ladrões; o que fazer em caso de queda de luz e apagão; os diferentes tipos de cruzeiros; dica de viagem pelo litoral de São Paulo; Atlas rodoviário 2010, entre outros.

Antes de viajar saiba também o que precisa ser revisado em seu automóvel para evitar acidentes e estresse.

Acesse o site Bradesco Seguros – Dicas AUTO RE e confira.

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A reinvenção do iG : portal aposta em conteúdo para ganhar relevância na internet

O iG entrou em uma nova fase após a aquisição da Brasil Telecom pela Oi. Com esta junção, haverá mais possibilidades de investimentos assim como a oportunidade para distribuir e gerenciar conteúdo próprio e de qualidade nas diferentes plataformas disponíveis fazendo com que os usuários consumam informações e serviços através dos mais variados canais.

O portal possui cerca de 16 milhões de visitantes por mês e 2,5 milhões de assinantes e tem como proposta criar uma identidade cada vez maior e se aproximar de agências e anunciantes.

O iG também prepara ações no mercado  publicitário e campanhas para comemorar os 10 anos de existência e comunicar o ótimo momento.

“Temos agora a oportunidade de capturar o melhor do mundo da internet, com seu alcance e agilidade, e o melhor do mundo das telecomunicações. Estamos nos preparando para aproveitar o momento pelo qual passa o Brasil para crescer junto com o avanço da internet nacional”, diz Fábio Coelho, executivo trazido da AT&T para conduzir essa fase de mudanças.

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Entendendo porque o Branded Content é prática do futuro

Não é segredo que com a evolução digital, muitas marcas passaram a aproveitar o espaço livre e ilimitado na internet para divulgar seus produtos e serviços, além de espalhar mensagens, dar conselhos e medir a aceitação junto ao consumidor final. Porém, em 2009, tal fato foi feito ainda mais utilizando o  Branded Content - fato este revelado em números que nos mostram uma duplicação nos investimentos em conteúdo , segundo o último relatório do Custom Publishing Concil.

Nos EUA, por exemplo, o gasto com Branded Content foi , em média,  US$ 1,8 milhões por empresa. A estimativa para 2010 é a de quase 60% das marcas devem duplicar o investimento.

O estudo constatou também que 61% das marcas acreditam que Branded Content é muito mais eficaz que a mala direta; 54% das empresas usam o Branded Contet para educar os consumidores; 78 % dos entrevistados acreditam que o Branded Content é muito mais eficiente que a publicidade.

Os dados citados mostram um grande crescimento desta disciplina e para enteder o por quê, basta refletir sobre o comportamento do consumidor de hoje. O mesmo, não quer ser incomodado com mensagens interruptivas; o consumidor quer e procura interatividade. Reter a atenção do target tem ficado cada vez mais dificil, e ações que utilizam o Branded Content aliado a criatividade tornam esta tarefa muito mais fácil e eficaz.

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The Possibility Shop – Um Case de Branded Content

Branded Content visa vincular conteúdos a uma marca específica ( e vice-versa). É uma forma recente de comunicação, uma pratica sutil e criativa de cultivar e aumentar os laços entre marca e consumidor.

Tendo isto em vista, podemos citar um case interessante e recente de branded content que ocorreu, e ainda ocorre, nos Estados Unidos : O The Possibility Shop.

The Possiblity Shop é o nome dado a um seriado que se passa no Canal da Disney patrocinado pela marca, também norte-americana, Clorox.

A Clorox é uma marca de produtos de limpeza e aparece sempre sutilmente em áreas reservadas a publicidade e em espaços oportunos dentro dos episódios.

A marca tem como intenção atingir , de forma pertinente, as mães , uma das principais “webespectadoras” da série.

A produção de The Possibility Shop,  ficou por conta de Jim Henson Co., criadora do Sesame Street, e é hospedada na págnia da Disney (EUA).

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Uma linguagem dinâmica e lamentavelmente pobre

Da mesma forma como a moda, a economia, a tecnologia e a cultura, nossa linguagem é dinâmica e se altera conforme as necessidades e o comportamento humano. Cada era tem um estilo próprio de linguagem. Que não evolui, nem regride, apenas muda. Mudamos nossa forma de falar, acrescentamos mais palavras ao nosso vocabulário, ao mesmo tempo em que declinamos determinados vocábulos. O idioma inglês, por exemplo, tem mais 540 mil palavras do que no tempo de Shakespeare.

Nosso cotidiano é marcado por gírias, palavrões, americanizações e neologismos diversos: na dúvida, as pessoas criam novas palavras, novas aplicações para pronomes e novas classes verbais. O Jânio Quadros, que escreveu uma gramática em três volumes (a primeira que eu li), deve se incomodar com essas novidades em seu túmulo. Mas, isso é passado e estamos no presente hiper. Hiperconectado, hipermidiático, hipertarefas, hiperdisciplinar, hiperacelerado, hiperlinguístico. No entanto, o que vemos nesse presente é um hiper empobrecimento de nossa língua. Para nos comunicarmos com a agilidade que o mundo contemporâneo exige, nossa língua tornou-se mais coloquial e fluida. Assimilamos novos vocábulos na mesma velocidade em que esquecemos outros, por puro desuso.

Isso nos torna menos complexos como seres humanos e este é (pra usar um clichê) o X da questão. Eu estava num evento outro dia em que haviam três debatedores. Pessoas que dedicaram boa parte de seu tempo na vida pesquisando as relações humanas. Eles conversavam com sobriedade, um acervo vocabulário invejável e longos espaços de silêncio entre um pensamento e outro. Quando foi permitido à plateia interagir, houve uma reinvindicação que questionava o por quê daquele formato de apresentação para um público tão jovem. Não houve resposta, mas naquele momento ficou lavrada a incompetência dos jovens no uso da concentração, seu completo vício por estímulos simultâneos e a total abstinência de sentido crítico. Sim, somos mais simples. Temos preguiça de ler textos “difíceis”, não sabemos fazer correlações e embandeiramos as verdades absolutas de qualquer pessoa que esteja num púlpito, usando uma apresentação powerpoint e meia dúzia de palavras de efeito. Uma cultura de josoarização.

Ocorre do mesmo modo a simplificação de nossa linguagem. Eu costumo dizer no curso de Conteúdo Digital do iMasters Pro que “não é nivelar por baixo, mas acompanhar uma tendência dinâmica”. No entanto, eu acredito que isso contribui fortemente para a formação de pessoas menos críticas, com menos capacidade de análises, sem referências e incapazes de questionar.

Se você chegou até aqui, certamente é produtor de conteúdo e está fora da estatística dos preguiçosos. Saiba que a responsabilidade pela não banalização total da linguagem está em suas mãos, ou melhor, na minha e na sua. Não significa usar aquelas palavras mais complicadas que não se encontra em qualquer dicionário. Ao contrário. Devemos manter a fluidez, mas sobretudo perseverar na manutenção da inteligência.

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