Além das Redes Socias de massa, que grande parte usuários da internet participam – os famosos Facebook, Twitter, Orkut, etc – existem aquelas redes que reúnem pessoas com interesses e características comuns bem específicas. São as Redes Sociais de Nicho.
As Redes Sociais Segmentadas podem parecer absurdas. É possível se manter frente a sites com mais de 50 milhões de usuários? De acordo com a publicitária, Marcela Daniotti para o portal IMasters, empresas se acham incapazes para concorrer com as grandes redes sociais. Mas está é uma concepção equivocada, uma rede bem estruturada e destinada a determinado público pode dar muito certo.
A rede de Nicho é o espaço para reunir pessoal interessado em um mesmo assunto e pode gerar discussões relevantes. Mas para sobreviver, ela deve fornecer informação específica que não se encontra facilmente em qualquer site da web.
Estas redes podem ser um ótimo negócio. Através delas, um anunciante da área de interesse dos participantes pode atingir seu público-alvo diretamente.
Algumas redes segmentadas deram certo e fazem sucesso na internet. É o caso das voltadas para o assunto “bebês”. Nos portais Lil’Grams e TotSpot os pais podem criar álbuns e compartilhar informações sobre seus filhos. No mundo corporativo, um exemplo bem sucedido é a rede DeveloperWorks, voltada paradesenvolvedores e profissionais de TI do Brasil de do mundo.
A plataforma Ning, criada em 2005, permite a criação de suas próprias redes individualizadas. Nas “comunidades” do Ning, o usuário pode participar de fóruns, bate-papos, pode compartilhar fotos, eventos, alertas e mensagens. Tudo isso com integrantes de um grupo específico.
O acesso às redes sociais através do celular é um recurso cada vez mais popular. Uma pesquisa realizada pela agência americana de relações públicas Ruder Finn revela que 91% dos usuários de celular usam a conexão à Internet para atividades sociais online, como mensagens instantâneas (62%), repasse de e-mails (58%), conteúdos (40%) e fotos (38%), comentários em redes sociais (45%) e a conexão a pessoas em redes sociais (43%). A pesquisa da agência entrevistou 500 americanos com idade acima de 18 anos e que usam o celular para permanecer online ou acessar a Internet. A amostra foi equilibrada com dados do censo dos EUA.
Outro estudo realizado pela Openwave revela que quatro dos dez domínios acessados mais acessados na Internet móvel são sites de redes sociais. O volume de uso aumenta conforme a complexidade dos aparelhos. A principal causa citada pela empresa de análises para isso foi o crescimento nas vendas de aparelhos que possibilitam acesso à rede com as mesmas capacidades de computadores, sem limitações na visualização de conteúdo online. Dentre estes aparelhos estão o iPhone e o iPod touch. Durante um período de quatro dias a Openwave analisou quais eram os sites de redes sociais mais visitados pelos celulares e verificou que o myspace.com aparece em primeiro lugar.
Facebook no celular
O facebook tem aprimorado seus sites móbile e aplicativos para telefones. Tanto o m.facebook.com e o touch.facebook.com foram ajustados recentemente para melhor atender os usuários. De acordo com a empresa, mais de 100 milhões de pessoas já utilizam a rede social do celular. São cerca de um quarto do total de usuários ativos (400 milhões). Há ainda outras formas de usar o facebook no celular. Uma delas é por SMS em que mensagens de texto atualizam status e envia recados.
Esta nova tendência de acesso às redes sociais através do celular pode facilitar ainda mais a interação com os amigos, além de trazer às marcas mais oportunidades de relacionamento com seus públicos.
Segundo o pensador alemão Gerd Leonhard, autor do livro The Future of Music, com David Kusek, e Music 2.0 (de 2005 e 2008), os dois sobre os caminhos da música na era digital, conselheiro tecnológico de empresas, como Nokia e BBC, considerado pelo “Wall Street Journal” como um dos mais importantes futurólogos do mundo, as mídias sociais como Twitter e Orkut, deverão crescer mais que os meios de comunicação tradicionais, como a TV e o rádio.
De acordo com Leonhard as mídias sociais alteram o molde a publicidade, pois ao invés de anúncios estáticos, há uma diversidade de aplicativos dinâmicos que possibilitam a criação de propagandas bem-sucedidas. Para ele a midia social é uma gestão de relacionamento com o cliente, é uma maneira da empresa (marca) ter contato mais próximo com seus consumidores, ao invés de criar uma comunicação de massa.
O pensador acredita na integração das mídias, as empresas que criarem bons cross-media (marketing em todas as plataformas, on-line e off-line), terão futuro.
O lançamento da nova rede social Google Buzz, no último dia 9, superou as expectativas. O produto entrou para a lista de trending topics do Twitter e já apresenta avanços sobre o setor. Muitas empresas já estão atentando para a utilização desta nova ferramenta para estratégias de divulgação da marca. É preciso, porém, que elas investiguem o que, exatamente, é possível fazer neste novo ambiente.
Na página do Google Buzz há explicações bem diretas como: compartilhe suas idéias, fotos e vídeos de modo público ou privado, integre as informações do buzz com a caixa de entrada do Gmail, conecte sites que já utiliza (twitter, picasa, flickr e google reader), receba atualizações em tempo real e aproveite o filtro de conteúdo interessante. O usuário pode também utilizar o serviço através do celular.
No blog do Google, a empresa afirma que as redes sociais estão transformando o mundo, deixando-o mais conectado e ajudando as populações a compartilhar informações de maneira mais eficaz. Nos últimos anos, o Google tem demonstrado uma grande preocupação com a organização de informações de modo a encontrar “relevância em meio ao barulho”, ou seja, encontrar uma forma de criar uma lógica para o caos, selecionando informações relevantes para os usuários de acordo com os seus interesses. O Buzz é uma tentativa de vencer este desafio.
A ferramenta abre mais uma porta para as empresas que já colecionam casos de sucesso de divulgação da marca em redes sociais e para aquelas que desejam iniciar a sua produção. No entanto, é necessário e urgente aprender a utilizar o produto de maneira criativa e eficaz, sempre atento ao “jogo de cintura” para burlar a ferramenta de “filtro de informações relevantes”, que o próprio Buzz oferece ao usuário. Ele recomenda postagens interessantes e elimina aquelas que o usuário provavelmente vai rejeitar. O conteúdo divulgado, portanto, deve ser atrativo e de extremo interesse do usuário, caso contrário, será “reportado como spam”. Este, talvez, seja o principal obstáculo para as empresas na utilização do Buzz.
Apesar do sucesso inicial, o novo produto ainda está sendo implantado e deve receber alguns ajustes até que se consolide como rede social. Desde a sua criação foram identificados dois pontos negativos, embora um deles já tenha sido corrigido:
- O produto está associado ao Gmail, portanto, é preciso que o internauta tenha um perfil criado no Google para poder utilizá-lo.
- Alguns internautas questionaram a funcionalidade que permite seguir e ser seguido no Buzz automaticamente quando o usuário se conecta pela primeira vez. Muitos consideraram o recurso uma falha de privacidade. Porém, o Google não ficou parado diante de tal burburinho. Criou uma opção mais visível no perfil para que os usuários soubessem quem estavam seguindo e links de bloqueio de seguidores.
Diante disso, cabe às empresas ponderar os prós e contras desta ferramenta. Para saber um pouco mais sobre o Buzz acesse o vídeo:
Por Jean Michel em
10 de fevereiro de 2010 | 16:06
É evidente o crescimento das mídias sociais no Brasil. Para demonstrar tal fato, a AgênciaClick realizou um radar completo sobre o perfil dos brasileiros dentro das principais redes sociais.
O estudo mostra quão grande foi o avanço da internet por todo o território nacional. Por exemplo, uma em cada três pessoas está conectada à rede, ou seja, 70 milhões de pessoas navegando na web. Das pessoas que utilizam internet, 79% estão nas redes sociais – são 55 milhões de usuários agregados a alguma rede.
Em entrevista exclusiva à agência Vogg Branded Content, o diretor de planejamento da AgênciaClick, Gabriel Borges, comentou sobre algumas questões relevantes sobre esta nova mídia.
Questionado sobre a identificação do brasileiro com algumas redes sociais, Borges deu uma visão pessoal e uma interpretação interessante: disse que a vontade de se comunicar e estar sempre aberto a relacionamentos tem bases históricas. Para ele esta é uma herança cultural inerente não só aos brasileiros, mas ao povo latino em geral. Aliado a isso, tem-se a expansão do acesso à internet pela população, que tem como costume a busca por entretenimento na rede.
Outro fato que se pode observar, especialmente a partir de 2009, é o crescente interesse das mais diversas marcas em participar das redes. Sobre isso, Borges argumenta que as empresas possuem “grande interesse em manter um diálogo com os consumidores em potencial”; este seria um dos principais motivos.
E em meio a tantas evoluções, será que o Social Media tem algo a acrescentar aos modelos de mídias tradicionais? O diretor de planejamento da Click diz que sim. Divulgar a marca pela internet traz a quebra de um paradigma da comunicação: o tempo. Na rede o tempo todo há pessoas comentando sobre marcas e produtos e não há “prazo de validade” definido para uma campanha – como acontece em jornais, revistas ou televisão, por exemplo. Borges ainda complementou dizendo que “trabalhar com mídias sociais permite alguns tipos de ações mais específicas” quando se trata em promover uma marca.
Antes de entrar em uma rede social, é comum as empresas questionarem se “Minha marca deve participar das redes?”. No entanto, Borges ressalta que, querendo ou não, as marcas já estão na rede, sendo citados, criticados ou elogiados pelo público. Portanto, as perguntas que deveriam ser feitas são: “Minha marca deve entrar nesta discussão?” e “Como ela deve fazer isso?”. Ele afirma que, quando inserida uma rede social, a empresa deve ter uma postura cautelosa e seguir as regras já criadas pelos usuários que compartilham a rede. Caso contrário ela poderá ser rejeitada e sair com a imagem prejudicada. É necessário manter um diálogo com os possíveis consumidores, através do desenvolvimento de ações pertinentes e condizentes com o que se quer transmitir.
O que se pode perceber, também, é o investimento constante de empresas em internet, como ferramenta de divulgação e promoção de seus produtos. A Vogg questionou Gabriel Borges, se há uma certeza de retorno de investimento feito em mídia social, o mesmo disse que por enquanto não existe uma ferramenta que dê um resultado preciso; o que existem são sinalizadores que podem mensurar a disseminação, abrangência e efetividade das ações.
Questionado sobre o objetivo do vídeo feito pela AgênciaClick, mostrando o perfil dos brasileiros nas redes sociais, Gabriel disse que o mesmo foi feito após muito tempo de observação e pesquisa sobre os movimentos dentro das redes. O vídeo serve como um registro do crescimento das redes sociais dentro do nosso país.
Gabriel Borges é diretor de Planejamento da AgênciaClick/Isobar. Mestre em Marketing Avançado pela Universidade de Lancaster, Inglaterra; pós-graduado em Estratégia de Negócios pela UFMG; e graduado em Comunicação Social pela PUC-MG. Acumula 11 anos de experiência, já tendo planejado e implementado estratégias para grandes corporações em diversos setores no Brasil e na Inglaterra.
As mulheres estão interagindo mais com suas marcas preferidas dentro das redes sociais. No Twitter, por exemplo, as mesmas seguem o perfil coorporativo dos produtos que mais usam e fazem questão de divulgar pela suas redes de contatos.
Segundo o Estudo de Mídia Social feito pelos Estados Unidos, que teve como foco apenas mulheres, cinqüenta por cento das mesmas – que possuem perfis em redes sociais – já adquiriram produtos por causa de informações que recebeu de amigos ou empresas. Além disso, 80% das entrevistadas são “fãs” de produtos ou marcas no Facebook.
O estudo também demonstrou que as mulheres, geralmente, procuram mais informações sobre o produto – não se contentam com os 140 caracteres de um tweet, por exemplo. Elas procuram comentários, sites, blogs e coisas relacionadas à marca.
Outro dado que chamou atenção na pesquisa, foi o fato de as mulheres não darem muita importância aos anúncios em sites de redes sociais. Mais de 20% dizem que ignoram os mesmo enquanto que 10% afirmam que até vêem os anúncios, mas nunca clicam.
Contudo, há uma boa notícia para os anunciantes. Enquanto que em 2008 apenas 13% das entrevistadas disseram que davam atenção para os anúncios, este número, em 2009, cresceu para 30%.
Antes de abordar a ferramenta, é preciso decifrá-la. O twitter é a 2ª rede social com mais participação de internautas. Criado há três anos, somente em 2009 foi visto como um aparato diferenciado pelos usuários da web.
No Brasil, já se pode ter um traço a respeito das pessoas que utilizam esta rede: a maioria dos usuários estão com idade entre 21 e 30 anos, são solteiros, possuem curso superior em andamento ou concluído, heavy-user (média de 50 horas conectado por semana), são usuários de ferramentas 2.0 (Orkut, Facebook, Last.fm, etc), se atualizam via blogs, portais, amigos e twitter.
Antes de criar um perfil coorporativo e começar a postar, é essencial definir o que a empresa espera deste e quais os principais temas que podem atrair seguidores. O conteúdo deve ser, necessariamente, relevante e atraente. Uma forma de fazer isto é através de promoções e ofertas exclusivas.
Os esforços de comunicação via twitter giram em torno de traçar perfis de comportamento para poder oferecer propagandas mais eficientes e, assim, aumentar as chances de fechar um negócio via esta rede social.
Os principais ganhos, de empresas que se utilizam desta ferramenta, serão os benefícios obtidos pelasmesmas com ações diretas e indiretas.
Estar próximo do consumidor é super importante para que ele se sinta feliz , fidelizado e amparado o estimulo que a marca faz, auxilia a conquistá-lo e o torna um consumidor “seguidor” de uma marca, o que facilita a prática de passar a informação de forma clara e objetiva.
No que diz respeito a publicidade 54% dos twitteiros gostam de ações publicitárias na ferramenta. Metade do total nunca participou de nenhuma ação, mas possui interesse. Um terço já participou e 70% seguem ou já seguiram perfis corporativos. Os dados apontam, portanto, um bom caminho para as empresas no Twitter.
Um estudo realizado pela consultoria Watson Wyatt aponta que as redes sociais são mais eficazes e abrangentes que o uso de propagandas e promoções. A pesquisa “Communication ROI” revelou que 65% das empresas planejam usar em 2010 recursos de redes sociais para melhorar os processos internos de comunicação.
O estudo foi realizado com 328 companhias de vários países e apresentam melhoras nas plataformas eletrônicas de comunicação, 78% delas melhoraram suas infraestruturas nos últimos 24 meses, 55% implantaram programas de comunicação face-to-face e 48% buscaram formas de diminuir relatórios impressos.
A coordenadora da pesquisa, Kathryn Yates, acredita que cada vez mais as companhias vão procurar inovações para redefinir a forma que se comunicam internamente, acompanhando sempre a tendência do mundo virtual.
Se ter um blog ajuda uma pessoa criar uma boa imagem na web, com as empresas não é diferente. Essa estratégia está em sintonia com a atual tendência do consumo de conteúdo que coloca as marcas diante da necessidade de serem transparentes. Através de um blog, a companhia pode estabelecer uma relação mais aberta e sem formalidades com o usuário. Sem contar que, se o conteúdo for bem trabalhado, o público passa a ter ali uma referência, contribuindo assim para aproximar marca e pessoas.
Para Fabio Cripriani, autor do livro Blogs Corporativos (Editora Novatec, 2ª edição, 2008) e de blog homônimo, criar esse espaço interativo é considerado um bom mecanismo para divulgar a marca. Cipriani aposta nessa ferramenta para as companhias interagirem com os consumidores, aumentarem a fidelização da clientela e melhorarem a imagem da empresa. E mais, é possível conseguir o que todo mundo espera para o seu negócio na internet: um bom posicionamento em ferramentas de busca.
Nesta conversa para o Blog da Vogg, Cipriani, também autor do blog Serendipidade, no qual aborda temas de marketing, negócios e criatividade e inovação, fala ainda sobre os desafios em mostrar a importância dessa solução às empresas e dá dicas para os profissionais de comunicação emplacarem os blogs com seus clientes. Confira!
Qual o valor de um blog corporativo para uma empresa nos tempos atuais?
O principal deles é humanização da marca. Os consumidores se relacionam com marcas como se relacionam com humanos, o que faz com que esse valor seja bastante importante. Além disso, temos vantagens como fidelização de clientes e melhora da reputação de uma empresa, além de bom posicionamento em ferramentas de busca.
E as vantagens de criar esse espaço variam de acordo com o tipo de negócio? As vantagens acompanham os diferentes graus de relacionamento que estabelecemos com os nossos clientes via esse canal, portanto depende do quanto o blog provoca conversas e conecta as partes. De negócio para negócio, geralmente os benefícios são os mesmos.
Mesmo com os resultados atribuídos aos blogs corporativos, há companhias que ainda relutam em ter esse ambiente para interagir com seus públicos. Por que isso acontece? Sim, existem muitas empresas esperando e estão perdendo a oportunidade. Falta de informação é o motivo maior. Em segundo, a inexperiência das empresas em lidar com essas novas formas inovadoras de comunicação, seja por não saberem como mensurar resultados, ou por não saberem conter os riscos de abrir um blog, o que pode ser facilmente contornado com políticas e treinamento.
Como os profissionais de Comunicação devem chegar às empresas para expor sobre mudanças de culturas, como essa, proporcionadas pela presença das tecnologias no dia-a-dia dos consumidores? Mostrar exemplos reais. Existem milhares deles no Brasil. Além disso, apresentar um business case bem estruturado e experiência para lidar com a capacitação do capital humano também ajudam bastante.
Muitas empresas já perceberam as vantagens de criar um ambiente propício para que seus colaboradores possam compartilhar o conhecimento. Na chamada era da informação não há mais justificativa para que ideias, conhecimentos e dados fiquem guardados a sete chaves.
“A única vantagem sustentável que uma empresa tem é aquilo que ela coletivamente sabe, a eficiência com que ela usa o que sabe e a prontidão com que ela adquire e usa novos conhecimentos” DAVENPORT e PRUSAK
Muitas vezes esse compartilhamento acontece de maneira espontânea. Inicia com um pequeno grupo, geralmente mais familiarizado com as novas tecnologias, que logo consegue o engajamento dos demais colegas. Nesses casos, pode ser mais fácil para a organização incentivar o uso dos recursos colaborativos. Mas é importante que o grupo não se sinta ameaçado ou controlado, impedindo que as ideias continuem sendo compartilhadas espontaneamente. Para isso a empresa deve se dispor a manter um diálogo aberto, sem a imposição de normas muito rígidas. É válido, por exemplo, propor reuniões periódicas para que o que foi compartilhado possa ser discutido com mais profundidade e assim definir o que é possível colocar em prática.
Caso parta da empresa criar um ambiente colaborativo, o esforço provavelmente será maior, mas por outro lado será mais fácil organizar e acompanhar o processo. Para iniciar, é importante que a empresa opte por sistemas mais simples, para que os colaboradores se sintam à vontade ao lidar com a ferramenta. Sugerir temas e tópicos, criar uma lista com melhores práticas, bem como disponibilizar manuais, tutoriais, relatórios entre outros documentos da empresa também é uma maneira de incentivar a colaboração.
Sabendo utilizar, o ambiente colaborativo pode criar um valioso capital intelectual e tornar-se um importante diferencial de competitividade para a organização.