Muitas empresas já perceberam as vantagens de criar um ambiente propício para que seus colaboradores possam compartilhar o conhecimento. Na chamada era da informação não há mais justificativa para que ideias, conhecimentos e dados fiquem guardados a sete chaves.
“A única vantagem sustentável que uma empresa tem é aquilo que ela coletivamente sabe, a eficiência com que ela usa o que sabe e a prontidão com que ela adquire e usa novos conhecimentos” DAVENPORT e PRUSAK
Muitas vezes esse compartilhamento acontece de maneira espontânea. Inicia com um pequeno grupo, geralmente mais familiarizado com as novas tecnologias, que logo consegue o engajamento dos demais colegas. Nesses casos, pode ser mais fácil para a organização incentivar o uso dos recursos colaborativos. Mas é importante que o grupo não se sinta ameaçado ou controlado, impedindo que as ideias continuem sendo compartilhadas espontaneamente. Para isso a empresa deve se dispor a manter um diálogo aberto, sem a imposição de normas muito rígidas. É válido, por exemplo, propor reuniões periódicas para que o que foi compartilhado possa ser discutido com mais profundidade e assim definir o que é possível colocar em prática.
Caso parta da empresa criar um ambiente colaborativo, o esforço provavelmente será maior, mas por outro lado será mais fácil organizar e acompanhar o processo. Para iniciar, é importante que a empresa opte por sistemas mais simples, para que os colaboradores se sintam à vontade ao lidar com a ferramenta. Sugerir temas e tópicos, criar uma lista com melhores práticas, bem como disponibilizar manuais, tutoriais, relatórios entre outros documentos da empresa também é uma maneira de incentivar a colaboração.
Sabendo utilizar, o ambiente colaborativo pode criar um valioso capital intelectual e tornar-se um importante diferencial de competitividade para a organização.
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