Dentre as muitas vantagens em se investir em Branded Content, está a de fazer com que o consumidor tenha o controle sobre sua experiência com a marca.
Com a tentativa de acabar com a barreira existente entre o comercial, o conteúdo e o entretenimento, eis que surge uma nova forma de impactar as pessoas: o Branded Content.
Dentro deste universo, altamente promissor, encontra-se a marca LVMH ( Louis Vuitton Möet Hennessy). A marca de luxo está decidida em investir em conteúdo sem se esquecer de entregar uma experiência mais democrática e livre aos consumidores.
O www.nowness.com é uma forma de inspiração e visualização online das últimas informações sobre o universo da moda, arte, design e luxo no formato de slides, curtas, documentários, e etc.
Smint, em parceria com o estúdio de ilustração Stylr, apresentou um projeto de “ Branded Fashion” batizado de Smint Mode by Stylr.
O objetivo maior da marca de balas, gomas e chicletes é associar sua imagem à criatividade.
A Smint, para apresentar o público consumidor, pediu para que a ilustradora espanhola trabalhasse uma coleção de camisetas com um viés ultra “cool”. Existe a possibilidade , ainda, da pessoa customizar sua própria camiseta, utilizando desenhos pré-prontos feitos pelo estúdio.
Através deste exemplo, podemos ver que a moda também pode contribuir para a percepção de algumas marcas. A Stylr soube usar do Branded Fashion através deuma pegada jovem e audaciosa.
Por Jean Michel em
12 de fevereiro de 2010 | 15:34
O Branded Content continua sendo uma grande alternativa para se divulgar as marcas.
Com o intuito de transformar a comunicação em algo menos “ comercial” algumas marcas vem apostando constantemente na transmissão de histórias e conteúdos relevantes.
Neste assunto, a Procter & Gamble é muito experiente, ao começar que a mesma possui a própria produtora de conteúdo.
Em uma ação conjunta, a P&G e a Walmart irão veicular um filme de 2 horas na rede de televisão norte-americana, NBC.
O Filme se chama “ Secrets of the Mountai” e terá foco na família e valores pregados fortemente pelas marcas citadas.
Além disso, o filme vai servir como uma vitrine que mostra as marcas e seus produtos.
Nas últimas semanas, com o lançamento do iPad da Apple, os editores de livros pensaram ter sua sentença de morte anunciada, enquanto as agências podem ter conseguido uma nova oportunidade no mercado de conteúdo. É o que afirma Phil Johnson, CEO da PJA Advertising & Marketing.
Johnson acredita que o iPad é a aposta da Apple para o futuro dos livros, jornais e revistas, pois eles podem fazer para o conteúdo textual o mesmo que fizeram para a música com o iTunes. Qualquer tipo de comunicação escrita ficará mais fácil de ser adquirida e de ser consumida numa bela tela de 9.7 polegadas. A Apple acredita que isso poderá criar um mercado totalmente novo para livros e publicações com sua livraria online.
O iPad é um passo importante porque cria um novo canal de compartilhamento de conteúdo com o público consumidor, e sendo uma ferramenta multimídia, pode encorajar a leitura. Assim como o iTunes criou um canal de distribuição para conteúdo em áudio e podcasts, a livraria virtual da Apple poderá criar um canal de conteúdo textual, como o Branded Content.
A grande novidade é que o iPad pode revolucionar a relação que temos hoje com livros, já iniciada por outros leitores de e-books. Mesmo os mais céticos devem se inclinar à ideia de ter uma livraria inteira nas mãos, e o problema das vendas pode ser solucionado pela loja virtual da Apple. O iPad deve revolucionar o conceito de e-book, agora com a possibilidade de uma experiência multimídia.
Será possível incorporar vídeos, criar links e introduzir interatividade, por exemplo: livros de arte podem levar ao leitor a museus e livros de história podem levá-lo aos locais sobre os quais lê. Também poderá ser possível interatividade entre leitores, com autores e editores. O jornal mágico interativo de Harry Potter, o Profeta Diário, pode estar mais próximo da realidade do que imaginamos.
O Digital Broadcasting Group (DBG) publicou recentemente uma pesquisa mostrando a relação de efetividade entre vídeos com Branded Content e vídeos com anúncios comuns. O estudo mostrou que os usuários assistem e interagem significativamente mais com o Branded Content do que com o anúncios curtos, semelhantes aos mostrados em televisão, com 30 ou 60 segundos.
A pesquisa analisou as diferenças entre os dois tipos de vídeo com foco em dois tipos de dados: a taxa de interação e o tempo médio de exposição. Os vídeos com formato mais longo, os com Branded Content tiveram uma média de 9% de taxa de interação, enquanto os vídeos de formato mais curto tiveram uma média de 3%. O tempo de exposição dos vídeos de formato mais longo foi em média de 63 segundos, enquanto para os vídeos de formato curto o tempo médio foi de 34 segundos. Ou seja, os usuários interagem mais com Branded Content e assistem esses vídeos durante mais tempo.
AJ Vernet, presidente de vendas e Marketing do Digital Broadcasting Group, explica que, mesmo não se tornando um viral, um vídeo na internet pode fazer sucesso se o anunciante pensar em criar um conteúdo de qualidade, acima de tudo. “Os anunciantes devem começar a pensar fora da caixa, e dizer ‘como eu associo a minha marca a um conteúdo interessante?’”, esclarece Vernet, em entrevista à WebProNews.
Um exemplo de Branded Content em vídeo é a campanha “Green Done Right”, realizada pelo Digital Broadcasting Group para a marcaScott Naturals.
A campanha procura associar a marca de papel higiênico, lenços e toalhas descartáveis à ideias de colaboração com o meio ambiente.
Não é segredo que com a evolução digital, muitas marcas passaram a aproveitar o espaço livre e ilimitado na internet para divulgar seus produtos e serviços, além de espalhar mensagens, dar conselhos e medir a aceitação junto ao consumidor final. Porém, em 2009, tal fato foi feito ainda mais utilizando o Branded Content - fato este revelado em números que nos mostram uma duplicação nos investimentos em conteúdo , segundo o último relatório do Custom Publishing Concil.
Nos EUA, por exemplo, o gasto com Branded Content foi , em média, US$ 1,8 milhões por empresa. A estimativa para 2010 é a de quase 60% das marcas devem duplicar o investimento.
O estudo constatou também que 61% das marcas acreditam que Branded Content é muito mais eficaz que a mala direta; 54% das empresas usam o Branded Contet para educar os consumidores; 78 % dos entrevistados acreditam que o Branded Content é muito mais eficiente que a publicidade.
Os dados citados mostram um grande crescimento desta disciplina e para enteder o por quê, basta refletir sobre o comportamento do consumidor de hoje. O mesmo, não quer ser incomodado com mensagens interruptivas; o consumidor quer e procura interatividade. Reter a atenção do target tem ficado cada vez mais dificil, e ações que utilizam o Branded Content aliado a criatividade tornam esta tarefa muito mais fácil e eficaz.
Branded Content consiste em agregar entretenimento ou informações a uma marca específica. Alguns cases de grande sucesso estão ligados a redes sociais, e a agênciaunit9 protagonizou um deles.
Através de um divertido social quiz, a Motorola e a operadora de telefonia móvel Orange, através da agência europeia unit9, criaram o “amigômetro”, em inglês Friend-o-meter, integrado com as principais redes sociais da internet: Facebook, Twitter e MySpace.
O objetivo inicial da campanha foi promover o novo aparelho Motorola DEXT, com teclado embutido e Motoblur, aplicativo capaz de agregar todas as redes sociais das quais o usuário participa, além de email, mensageiro instantâneo e contatos.
O amigômetro, quando conectado à rede social da qual o usuário participa, processa informações sobre seus amigos e transforma-as em um quiz de dez perguntas sobre as amizades. Quem acertar mais respostas é considerado um dos “melhores amigos” e, na Inglaterra, pode ganhar um aparelho Motorola DEXT.
Como o público-alvo do aparelho são os amantes de redes sociais, a Orange decidiu apostar em seus usuários sobre o quanto eles sabem sobre seus amigos. Mesmo com o aparelho Motorola DEXT já tendo sido lançado no mundo todo, o amigômetro continuou fazendo sucesso nas redes sociais.
Branded Content visa vincular conteúdos a uma marca específica ( e vice-versa). É uma forma recente de comunicação, uma pratica sutil e criativa de cultivar e aumentar os laços entre marca e consumidor.
Tendo isto em vista, podemos citar um case interessante e recente de branded content que ocorreu, e ainda ocorre, nos Estados Unidos : O The Possibility Shop.
The Possiblity Shop é o nome dado a um seriado que se passa no Canal da Disney patrocinado pela marca, também norte-americana, Clorox.
A Clorox é uma marca de produtos de limpeza e aparece sempre sutilmente em áreas reservadas a publicidade e em espaços oportunos dentro dos episódios.
A marca tem como intenção atingir , de forma pertinente, as mães , uma das principais “webespectadoras” da série.
A produção de The Possibility Shop, ficou por conta de Jim Henson Co., criadora do Sesame Street, e é hospedada na págnia da Disney (EUA).
Branded Content é um novo formato de comunicação, que visa criar vínculos entre conteúdo e uma marca específica. O Branded Content busca fortalecer a relação entre o consumidor e a marca através de uma informação útil ou do entretenimento.
Como exemplo de ação de Branded Content bem sucedido, podemos mostrar o recente case da Moderati com o Isqueiro Virtual Zippo.
Zippo é um isqueiro metálico recarregável, famoso por permanecer aceso mesmo no vento, diferente dos isqueiros convencionais. Fabricado nos Estados Unidos desde 1933, Zippo é reconhecido no mundo todo e considerado um item de colecionador.
Mesmo sendo uma referência inconfundível com seus isqueiros colecionáveis, a marca procurava um canal para atingir o público jovem e antenado em tecnologia. Assim, a Moderati criou um aplicativo para iPhone com um isqueiro virtual semelhante ao Zippo original, e que funciona da mesma forma.
O aplicativo é um grande sucesso, tendo sido baixado mais de 6 milhões de vezes por usuários de iPhone no mundo todo. Pat Grandy, gerente de Marketing da Zippo esclarece: “Por que isto funciona? Porque é divertido”.
No post anterior, contamos sobre a participação da Vogg na produção do conteúdo do site da 14ª edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros e Previdência – considerada o terceiro maior evento da cidade do Rio de Janeiro, depois apenas do Carnaval e do Réveillon. Mostramos como foi o nosso trabalho, desde a definição das pautas até os cuidados com o desenvolvimento dos textos, de forma que agregassem valor à ação do nosso cliente. Mas agora decidimos conversar com Marta Teixeira de Freitas e Zélia Lopes, da Superintendência de Internet Marketing da Bradesco Seguros e Previdência, para que falassem sobre a importância da Árvore de Natal como uma estratégia de branding para a empresa. Veja abaixo como foi esse bate-papo.
Qual o valor que a iniciativa da Árvore de Natal vem agregando à marca da Bradesco Seguros e Previdência ao longo dos anos? A Árvore é uma das principais iniciativas culturais da Bradesco Seguros e Previdência. Já é considerada o 3º maior evento da cidade, consolidando-se como parte fundamental da estratégia da empresa.
Como o site ajuda nessa ação? E qual foi a preocupação ao escolher o conteúdo disponibilizado neste ano? Oferecendo serviços inovadores e conteúdo de valor agregado relacionados à Árvore e ao Natal. Procuramos diversificar o conteúdo em torno de assuntos relevantes de Natal que gerem atração/audiência para o público.
Como o conteúdo fornecido pela Vogg contribui para essa ação da Bradesco Seguros e Previdência e atende aos objetivos da empresa para o site? Adequamos o conteúdo à nossa estratégia, dentro da qual encaixa-se a participação de terceiros, inclusive da Vogg, que é nossa parceira desde a definição das pautas até a criação de conteúdos.